sexta-feira, 1 de março de 2019

Em memória a Antonio Guerreiro de Faria

O personagem Yoska, do livro "Qualquer chão leva ao céu", de minha autoria, é uma homenagem a Antonio Guerreiro de Faria, tendo sido nele inspirado.

No evento Todos os caminhos levam aos ciganos (30/6/2018), sobre os 32 anos do movimento cigano no Brasil, cujo texto está publicado neste blog, ressalto a participação do rom Antonio Guerreiro no CEC, desde a fundação ao término, como vice-presidente, e mesmo depois, até a contemporaneidade, quando continuamos atuando juntos em congressos, seminários, mesas-redondas etc. Em todos os meus sete livros sobre ciganos há a participação dele, ora como prefaciador, ora como entrevistado. Seus textos de prosa e poesia estão neles, enriquecendo-os. E, convidada por ele, escrevemos um texto a quatro mãos para a revista Études Tsiganes (Paris, 2012), já difundido em português a partir de 2015: "Falsa identidade cigana -- um caso brasileiro."

Na minha viagem ao mundo dos ciganos, através da literatura, contei com a valiosa ajuda de algumas pessoas. Guerreiro foi uma delas. A ele, todo o meu agradecimento.

É um nome que, sobretudo os ciganos, devem valorizar pela sua importante contribuição em prol de sua etnia.

Cristina da Costa Pereira

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